A história
da Ana

Começou a pintar aos 8 anos de idade, como forma de ocupar os tempos livres depois das aulas. As artes plásticas rapidamente se transformaram numa grande paixão e têm desde sempre feito parte da sua vida. Conciliando o trabalho de atelier com a formação académica, o desporto, a família e o trabalho, é na pintura, através da cor e no desenho, que encontra desde sempre a forma de transmitir, aos que observam as suas obras, vivências e momentos capazes de proporcionar uma viagem única, onde cada um percorre os seus trilhos e cria a sua própria história.

As técnicas mais utilizadas são óleo sobre tela, e desenho a tinta-da-china sobre papel, embora o pastel e o acrílico façam também parte do seu portfólio. A participação em exposições individuais e colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro, têm permitido a divulgação e reconhecimento do seu trabalho, estando representada em diversas colecções dentro e fora do país.

É licenciada em Consevação e Restauro pelo Instituto Politécnico de Tomar, sendo essa a actividade profissional que exerce desde a conclusão do curso, e pós-graduada em Museografia e Museologia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

O Blog da Ana

Um percurso de mais de 25 anos de amor pelo Desenho e pela Pintura.

Pintura1
Pintura2
Desenho3
Desenho4
Pintura5

A obra

Ao longo do tempo a Ana foi descobrindo muitas técnicas mas apenas com o propósito da evasão ou se quisermos da invenção ou revelação de um outro universo só seu, onde moram aves, árvores que se abrem para mostrar outros mundos, ou apenas uma flor, pintada sem teorias. Outras vezes encontramos objetos suspensos, talvez como ela própria, talvez como nós quando esperamos alguma coisa, ou quando seguramos o tempo para que nãos leve com ele.

Recentemente a cor tornou-se acessória e descobrimos desenhos que registam deambulações, locais esquecidos, de mera passagem, mas que passam a ser protagonistas de uma história muda e a preto e branco, mas onde podem ser contadas muitas histórias nesse vazio de gente. Não-lugares de não-gente, desenhados com a mesma candura que os seus desenhos do início do seu tempo.

 

 

A obra

Ao longo do tempo a Ana foi descobrindo muitas técnicas mas apenas com o propósito da evasão ou se quisermos da invenção ou revelação de um outro universo só seu, onde moram aves, árvores que se abrem para mostrar outros mundos, ou apenas uma flor, pintada sem teorias. Outras vezes encontramos objetos suspensos, talvez como ela própria, talvez como nós quando esperamos alguma coisa, ou quando seguramos o tempo para que nãos leve com ele.

Recentemente a cor tornou-se acessória e descobrimos desenhos que registam deambulações, locais esquecidos, de mera passagem, mas que passam a ser protagonistas de uma história muda e a preto e branco, mas onde podem ser contadas muitas histórias nesse vazio de gente. Não-lugares de não-gente, desenhados com a mesma candura que os seus desenhos do início do seu tempo.